
E assim como há 25 anos atrás, chegar no Rock in Rio exige sacrifício e paciência: engarrafamentos, estacionamentos longes demais e filas quilométicas. O que importa é manter o clima de festival.
E chegando na Cidade do Rock, a estrutura não deixa a desejar: o palco principal com 25 metros de altura, espaço de mais 120 mil quadrados que inclui três palcos alternativos, um parque de diversões de verdade - incluindo uma tirolesa que passa por cima do público, uma enorme roda gigante, e uma maior ainda praça de alimentação. Diferente das outras edições, o público agora ganhou um gramado, bem verdinho, pra assistir os shows. Bem melhor do que o areião que virava lama com qualquer aguinha.
E o festival teve início com o Palco Sunset, onde a banda Móveis Coloniais de Acaju e a Orkestra Rumpilezz incendiaram o palco com seu ritmo brasileiro bem dançante. logo depois, foi a vez de Ed Motta, o guitarrista Andreas Kisser e o músico português relembrarem clássicos do rock, como Burn, do Deep Purple. Em seguida, Bebel Gilberto e Sandra de Sá homenagearam Cazuza.
Às 19h, foi a vez de inaugurar o Palco Mundo, e o show especial ficou por conta de Titãs e Paralamas do Sucesso, com convidados como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Maria Gadú e a Orquestra Sinfônica Brasileira.
Logo depois, a musa pop Katy Perry alegrou o público adolescente. Em seguida, para descontentamento dos teens, e alegria dos saudosistas, Elton John fez um show enérgico e divertido, mas teve de deixar de fora um dos seus maiores sucessos, Your Song. É que a multidão queria e gritava pela Rihanna, mesmo com Sir Elton John no palco.
E com mais de duas horas de atraso - devido a uma festinha que Katy Perry organizou no seu camarim - Rihanna subiu ao palco, encerrando a primeira noite do Festival.
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